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De Volkswagen Brasília com cheiro de gasolina a uma rede com 57 franquias: a história nada óbvia da Ana Terra Seguros

Tem corretora que nasce pronta. E tem aquelas que nascem com cheiro de gasolina, literalmente.



Conteúdo Exclusivo
15 de abril de 2026

Por 🏆 Arthur Moraes | SulSeguro.RS
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A história da Ana Terra Seguros começa em 1994, em Sarandi, no interior do Rio Grande do Sul, quando os irmãos Claiton e Gieri do Amaral decidiram expandir o negócio da família, que até então era voltado ao mercado imobiliário. O seguro entrou quase como um “puxadinho” estratégico. Mas o nome… ah, o nome veio de outro lugar. Veio da literatura. Inspirado na personagem forte e resiliente de O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, “Ana Terra” virou símbolo de tudo aquilo que a empresa queria ser, e, pelo visto, conseguiu.

Mas antes de virar rede, expansão e estratégia, teve perrengue. E dos bons. Gieri fazia questão de chegar impecável nas reuniões com clientes: roupa alinhada, postura firme, mas dirigia uma Brasília branca que insistia em entregar o bastidor: cheiro forte de gasolina. A solução? Parar longe e ir a pé. “Era mais fácil caminhar do que explicar o cheiro”, poderia ser o slogan da época. E teve também o investimento ousado no famoso “tijolão” da Motorola. Tecnologia de ponta… para um público que ainda nem usava celular. Visionários? Sim. No timing certo? Nem sempre. Mas é exatamente isso que constrói uma história.

 Gieri do Amaral e Claiton do Amaral 

Hoje, a Ana Terra é outra. Ou melhor, é a mesma essência com outra escala. São cerca de 50 colaboradores diretos, 57 franquias ativas e um ecossistema que envolve aproximadamente 150 pessoas. À frente da operação está Adriano José D’Agostini, CEO desde 2024, que lidera essa engrenagem com bagagem de mercado e visão estratégica. “Mais do que vender seguros, nosso papel é desenvolver o corretor, dar estrutura para que ele cresça com segurança e consistência”, resume.

E talvez esteja aí o grande diferencial. A Ana Terra não vende só produto, entrega estrutura. Um modelo de franquia que abraça o corretor em todas as pontas: do administrativo ao comercial, do jurídico ao marketing. Um sistema pensado para tirar o profissional da operação travada e colocá-lo em posição de crescimento. Porque, no fim do dia, quem está na ponta precisa de confiança para dar o próximo passo.

Adriano José D’Agostini, CEO da Ana Terra Seguros

Os números acompanham. Em 2025, a empresa cresceu mais de 30%, surfando um mercado que ainda tem muito espaço para evoluir no Brasil. Mas, curiosamente, o discurso não começa pelos números. Começa pelas pessoas. Franqueados tratados como clientes, ambiente de desenvolvimento constante e uma cultura que valoriza parceria acima de performance isolada.

E olhando para frente, o plano segue o mesmo caminho: crescer, sim, mas com critério. Expandir, mas com gente alinhada à cultura. Porque, no fim, a Ana Terra parece ter entendido algo simples, mas raro: não adianta escalar se você perde o que te trouxe até aqui.

E, convenhamos… poucas histórias conseguem sair de uma Brasília com cheiro de gasolina para um ecossistema nacional sem perder a essência no caminho.




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