Convenção do Grupo REP reúne colaboradores para discutir legado e inovação

Encontro em Garibaldi (RS) reuniu executivos, parceiros e colaboradores



Conteúdo Exclusivo
28 de maio de 2026

Por 🏆 André Bresolin | SulSeguro.RS
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O Centro de Eventos do Plaza Boulevard Convention, em Garibaldi (RS) foi o palco de painéis, palestras, homenagens e outras atividades que fizeram parte da Convenção do Grupo REP. A atividade aconteceu nos dias 21 e 22 de maio. Com a temática “Legados Que Protegem Histórias”, o evento reuniu 130 colaboradores da empresa que atuam nos escritórios compõem o Grupo REP no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso.

Durante a convenção, os temas legado, governança e continuidade evidenciaram a solidez da trajetória construída pela empresa ao longo das últimas décadas. O encontro também destacou as estratégias de expansão, fusões e aquisições, além da consolidação das verticais de negócios em um modelo integrado de gestão de riscos.

Durante a manhã de sexta-feira, 22 de maio, foi realizado um painel que reuniu o presidente e sócio da REP, Felipe Cervi, e o CEO e sócio da mesma empresa, Bruno Cervi, em uma conversa sobre estratégia, liderança, tendências mundiais, oportunidades de mercado e os reflexos das transformações tecnológicas no setor de seguros. Felipe e Bruno dividiram experiências e insights obtidos inclusive em eventos internacionais que ambos participaram.

Planejamento estratégico foi o enfoque da explanação de Bruno Cervi, que fez um resgate histórico e reflexivo sobre a trajetória de 40 anos da empresa, relembrando que os colaboradores sempre tiveram capacitações, aprimoramentos técnicos e treinamentos de negociação. A jornada construída ao longo de 4 décadas de atuação gerou um grupo mais robusto, novas verticais, maior número de clientes que depositam confiança no trabalho da REP.

O executivo fez questão de enfatizar a evolução das operações e verticais da REP, destacando a importância da atuação integrada entre as empresas do grupo. “Dispomos de maior capacidade técnica para atender nossos segurados e de maior complexidade em nossa estratégia. A responsabilidade aumenta, na medida em que temos que zelar por mais de 130 famílias que dependem diretamente de nosso negócio, além de tantas outras pessoas que para ter continuidade em suas empresas e operações são dependentes do serviço que nós prestamos”, salientou Bruno.

Ao abordar tendências de mercado, Felipe Cervi disse que a REP tem se adaptado constantemente as novas frentes e oportunidades de negócios. O executivo disse que a empresa deseja fomentar os desafios, o planejamento de crescimento, as oportunidades existentes para colaboradores e sócios. Com o lançamento da marca REP Benefícios o Grupo consegue oferecer um melhor serviço ao cliente, com um movimento de personalização e capacitação técnica, para que o usuário dos serviços da REP possa perceber que ele dispõe de gestão de risco, seguros, benefícios. “Crescimento precisa ser proveniente de produção nova”, enfatizou o presidente Felipe Cervi.

Durante o evento, alguns colaboradores do Grupo REP foram homenageados com troféus em reconhecimento ao tempo de dedicação à empresa e também por atributos que refletem os valores da organização, como ética, compromisso e foco no cliente.

IA no setor de seguros

A inteligência artificial (IA) tem se consolidado como uma aliada estratégica no setor de seguros, trazendo mais agilidade, precisão e eficiência aos processos, além de fortalecer a experiência e o relacionamento com os clientes. E para analisar esse enfoque o evento realizou no turno da tarde um painel que contou com a participação de parceiros de negócios da REP. A atividade teve a mediação do vice-presidente e sócio da REP, Vicente Glitz, e contou com a presença de Celso Veiga, da AXA do Brasil; Gustavo Alberton da HDI; Rafael Felix, do CTR Group; e Renato Comarin, Sompo.

O mercado de seguros é um setor que exige uma precificação com base em dados, sendo muito impactado pela inteligência artificial (IA). O segmento de seguros é composto de muitos dados preditivos que servem para a subscrição. A aplicabilidade da IA para melhorar o dia a dia dos profissionais que atuam no segmento.

Profissionais com vasta experiencia no setor de seguros, analisaram a influência da IA no contexto do mercado segurador. Celso Veiga comentou que a AXA do Brasil já utiliza modelos preditivos machine learning com o objetivo de enxergar o risco de uma forma um pouco diferente, levando em conta o que é trazido de histórico ao longo dos anos. “Acredito que em um primeiro momento a gente consiga entregar para clientes, corretores ou consumidores a perspectiva de que não estamos ali exclusivamente para negociar uma apólice de seguros. Com essa união de dados que conseguimos obter, nós preservamos o negócio dos corretores/clientes e nos sentimos mais amparados. Saímos do preço e vamos para o valor”, explicou Veiga. 

Na avaliação de Rafael Felix, a inteligência artificial e o uso de dados para a tomada de decisões já fazem parte da realidade do mercado segurador há bastante tempo, inclusive de maneira pioneira em comparação com outros segmentos. “O setor já desenvolve essas práticas com elevada eficiência e começa a colher resultados cada vez mais relevantes. O executivo também destacou que, apesar do avanço da IA, é indispensável que todo o processo esteja sustentado por dados consolidados, organizados e acessíveis, garantindo decisões mais autônomas e assertivas”, argumentou o executivo da CTR Group.

Na opinião de Renato Comarin, da Sompo, a inteligência artificial vem contribuindo para otimizar processos e proporcionar mais tempo para o relacionamento humano. “A IA permite analisar informações e indicar caminhos de atuação, possibilitando um atendimento mais próximo e acolhedor, colocando sempre o cliente em primeiro lugar”, destacou Comarin.

Gustavo Alberton, do Grupo HDI, considera que a IA precisa ser uma ferramenta que ajudará no dia a dia a trazer soluções e proporcionar recursos para que os profissionais de seguradoras e corretoras possam atuar na essência de seus trabalhos. “A inteligência artificial não deve ser vista como um fim, mas como uma ferramenta capaz de direcionar as pessoas para funções mais estratégicas e relevantes, envolvendo tomada de decisão, negociação e relacionamento”, pontuou Alberton.  


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