14 de abril de 2026
Por 🏆 Arthur Moraes | SulSeguro.RS
Tem coisa que nasce pronta. E tem coisa que nasce de um “puxão de orelha”.
A história da LideraSul Corretora de Seguros, lá de Uruguaiana, começa um pouco dos dois jeitos, com experiência de sobra, mas também com aquele empurrão necessário que a vida dá quando quer te colocar no caminho certo.
Antes de existir oficialmente, já existia bagagem. Luiz Felipe Silva e seu então sócio, Carlos Alberto Correa Navarro, passaram anos mergulhados no mundo dos sinistros de cargas, trabalhando desde 1997 em uma das maiores reguladoras do Brasil. Era estrada, atendimento, problema real, daqueles que não aceitam teoria.
Até que, em 2005, veio o clique: por que não ir além e começar a comercializar seguros também? A resposta definitiva, curiosamente, não veio de dentro. Veio de um cliente.
Durante uma visita, ao tentar ofertar um seguro de cargas e automóvel, Luiz ouviu uma frase que poderia ter desanimado, mas fez exatamente o contrário: “Você não é corretor, não pode vender seguro.”
Tem frases que fecham portas. Outras escancaram caminhos. Foi o caso.
No ano seguinte, em 2006, veio o registro na SUSEP. E ali começava, de fato, a construção da corretora que, dois anos depois, em 2008, ganharia nome, estrutura e propósito: a LideraSul.
Hoje, ao lado de Luiz Felipe está Luciana Ventura Kindermann, que juntos, lideram uma equipe enxuta de cinco pessoas e contam com quatro corretores parceiros.
Mas se tem algo que não mudou desde o início é a essência: proximidade com o cliente e conhecimento prático.
E talvez seja por isso que, mesmo com uma atuação ampla em todos os ramos, a corretora carrega no DNA a força do seguro de cargas, área onde tudo começou e onde a experiência ainda fala mais alto.
Aliás, experiência que também rende boas histórias.
Como aquela vez em que um cliente ligou desesperado, dizendo que tinham roubado seu carro em frente ao Banco do Brasil. Do outro lado da linha, começa o protocolo: aviso à seguradora, orientação para registro de ocorrência, tensão no ar.
Minutos depois, o mesmo cliente retorna. Mais calmo. Na verdade, até sorrindo.
O carro não tinha sido roubado. Só estava estacionado… em frente a outro banco, duas quadras dali.
Se tem algo que o seguro ensina é que nem todo susto vira sinistro. Alguns viram história.
E histórias como essa ajudam a explicar o jeito LideraSul de ser: técnico quando precisa, humano sempre.
Com atuação no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a corretora segue crescendo com base em fundamentos simples, daqueles que parecem óbvios, mas que pouca gente executa bem: conhecer o produto, entender a realidade da região, ouvir o cliente e, principalmente, fazer um bom pós-venda.
O resultado aparece. Mesmo em um 2025 desafiador, a empresa registrou crescimento de cerca de 15% na carteira. Nada de fórmulas mágicas. Só consistência.
E talvez seja o próprio Luiz Felipe quem melhor resuma essa trajetória: “Gostar do que faz, agir com ética, estudar sempre e entender o mercado onde você atua. No fim, é isso que constrói confiança de verdade.”
Quando perguntado sobre o diferencial da corretora, ele não fala de tecnologia, escala ou inovação disruptiva. Fala de algo mais básico, e talvez mais raro: respeito.
Respeito para ouvir, para entender e para atender. Pode parecer simples. E é. Mas é justamente aí que muita gente se perde.
Olhando para frente, o plano segue na mesma linha: fortalecer relacionamentos, fidelizar clientes e continuar entregando aquilo que, no fim do dia, todo mundo espera de um corretor, confiança.
Porque seguro, no fundo, não é só sobre apólice. É sobre gente.
E gente, como a LideraSul aprendeu lá atrás, não se conquista no discurso. Se conquista no dia a dia.
VEJA TAMBÉM
Sindicato paranaense amplia participação nas discussões nacionais do mercado de seguros
Seguradora investe em distribuição, digitalização e acesso para ampliar presença no país
Encontro em Caxias do Sul reuniu 180 profissionais para debater estratégias de fortalecimento da corretagem








